Calculadoras de Anestesiologia

Ferramentas para cálculo de doses anestésicas e parâmetros perioperatórios.

O que são Calculadoras de Anestesiologia?

As calculadoras de anestesiologia são ferramentas clínicas especializadas que auxiliam anestesiologistas no planejamento anestésico, cálculo de doses de anestésicos e avaliação de risco perioperatório. Permitem calcular doses de indução e manutenção anestésica, estimar risco cirúrgico pela classificação ASA, calcular infusões contínuas de anestésicos e sedativos, e determinar parâmetros ventilatórios intraoperatórios. Fundamentadas em diretrizes da Sociedade Brasileira de Anestesiologia, protocolos internacionais e farmacocinética de anestésicos, estas calculadoras otimizam segurança anestésica, individualizam doses e contribuem para redução de complicações perioperatórias.

Quando Usar Estas Ferramentas

  • Cálculo de doses de indução anestésica baseadas em peso
  • Determinação de infusão contínua de propofol e remifentanil
  • Avaliação de risco cirúrgico pela classificação ASA
  • Cálculo de doses de bloqueios regionais anestésicos
  • Ajuste de parâmetros ventilatórios em anestesia geral
  • Estimativa de necessidades de fluidos intraoperatórios

Benefícios Clínicos

Cálculo preciso de doses anestésicas individualizadas
Redução de erros de dosagem em anestesia
Otimização de profundidade anestésica e consumo de drogas
Padronização de avaliação de risco perioperatório
Melhoria na segurança do paciente durante anestesia
Suporte para tomada de decisões em situações complexas

Perguntas Frequentes

Como calcular dose de indução de propofol?

Dose usual de indução é 1,5-2,5 mg/kg IV em adultos saudáveis. Reduzir para 1-1,5 mg/kg em idosos, ASA III-IV ou hipovolêmicos. Crianças podem necessitar até 2,5-3,5 mg/kg. Titular conforme resposta clínica. Sempre considerar peso ideal em obesos e ajustar por comorbidades.

O que significa classificação ASA?

ASA (American Society of Anesthesiologists) classifica estado físico: ASA I=saudável, II=doença sistêmica leve, III=doença sistêmica grave, IV=doença incapacitante com ameaça constante à vida, V=moribundo, VI=morte cerebral. Orienta risco anestésico, mas não substitui avaliação individualizada.

Como ajustar doses em obesos?

Para anestésicos lipofílicos (propofol, fentanil), usar peso corporal ajustado ou ideal. Para rocurônio e succinilcolina, usar peso real. Para anestésicos voláteis, usar peso ideal. Individualizar conforme farmacocinética da droga e composição corporal. Obesidade altera distribuição e clearance de diversos anestésicos.

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