Calculadoras de Emergência

Ferramentas rápidas para triagem, escores de trauma e decisões em situações críticas.

O que são Calculadoras de Emergência?

As calculadoras de emergência são ferramentas desenvolvidas especificamente para ambientes de atendimento de urgência e trauma, onde decisões rápidas e precisas são críticas para salvar vidas. Permitem calcular escores de trauma como RTS (Revised Trauma Score), Glasgow Coma Scale, avaliar gravidade de pneumonia com CURB-65 e estratificar risco em emergências cardiorrespiratórias. Fundamentadas em protocolos internacionais de trauma (ATLS), guidelines de emergência e evidências de medicina de urgência, estas calculadoras agilizam triagem, orientam priorização de atendimento e auxiliam na decisão de transferência para centros de trauma ou terapia intensiva.

Quando Usar Estas Ferramentas

  • Triagem e estratificação de risco em pacientes traumatizados
  • Avaliação neurológica rápida com Escala de Coma de Glasgow
  • Decisão de internação em pneumonia comunitária com CURB-65
  • Priorização de atendimento em salas de emergência
  • Determinação de necessidade de transferência para trauma center
  • Comunicação padronizada entre equipes de resgate e hospitais

Benefícios Clínicos

Decisões rápidas e objetivas em situações de emergência
Padronização de triagem e priorização de atendimento
Identificação precoce de pacientes de alto risco
Melhoria na comunicação entre serviços pré-hospitalares e hospitalares
Redução de mortalidade através de intervenções precoces
Otimização de alocação de recursos em emergências

Perguntas Frequentes

Como interpretar o Revised Trauma Score (RTS)?

O RTS varia de 0-12, avaliando Glasgow, pressão sistólica e frequência respiratória. RTS >11 indica baixo risco, 4-11 risco moderado, <4 alto risco de morte. É usado para triagem, transferência e pesquisa de trauma. Valores baixos indicam necessidade de cuidados em centro de trauma.

CURB-65 é confiável para decisão de internação?

Sim. CURB-65 estratifica gravidade de pneumonia comunitária. Pontuação 0-1: tratamento ambulatorial geralmente seguro. 2: considerar internação breve ou observação. 3-5: internação hospitalar, considerar UTI se ≥4. Sempre associar com julgamento clínico e comorbidades.

Glasgow <8 sempre indica intubação?

Glasgow ≤8 é classicamente indicação de intubação para proteção de via aérea, mas deve-se considerar causa (trauma, intoxicação, AVC), tendência evolutiva e capacidade de proteção de vias aéreas. Em situações específicas, pode-se monitorar de perto sem intubar. Sempre individualizar.

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